Pelo que Antonio Patriota, ministro das Relações Exteriores, deu a entender ontem em Davos, a situação dos direitos humanos em Cuba não é importante e nem preocupa. Segundo ele, “existem situações muito mais preocupantes, inclusive Guantánamo” e, por isso, Dilma não vai nem tocar no assunto.
É. Guantánamo preocupa tanto que nem a ditadura castrista quer saber dos 116 quilômetros quadrados ocupados pela base naval americana, mas a morte de presos cubanos não é importante, afinal, como disse Lula, eles morreram porque quiseram. Quem mandou não comer?
Pois é, a filosofia simplista do lula da silva é revoltante, certamente ganhará também pensão como filósofo anal-fababético.
ResponderExcluirNa realidade, Patriota tem toda razão quando fala da situação de violação constante dos direitos humanos - tortura - dos presos da prisão em Guantánamo. Esqueceu, porém, de identificá-la completamente. O diplomata se referiu, em sua fala, à prisão CUBANA de Guantánamo, não à prisão americana. Nesta, os presos - terroristas - até saem mais gordos do que entraram; na outra, os presos - dissidentes - saem desta para a melhor. Ninguém sequer desconfia que existam DUAS prisões em Guantánamo - a imprensa, os repórteres investigativos, não fingem que não sabem.. Seria politicamente incorreto.
ResponderExcluir